domingo, 22 de março de 2015

Capítulo 01 - A Bíblia do Marketing Digital


No Primeiro capítulo da Bíblia do Marketing Digital, o autor, Cláudio Torres, faz um aparato geral sobre o crescimento da internet e como esta afeta o nosso dia-a-dia e descreve algumas ferramentas que esta possui e as importâncias destas no desenvolvimento do Marketing Digital como nós conhecemos hoje. Mostrando a história da internet, como esta se popularizou tanto e como as empresas tiveram que se atualizar neste novo meio de comunicação , o autor é bem incisivo ao demonstrar que, independente da decisão das empresas de estarem ou não presentes no meio digital, os consumidores estarão.


"O consumidor mudou tão rapidamente que muitos ainda não conseguiram acompanhar a mudança, muito menos entender por que ela ocorreu." (p.22)

No começo do capítulo, temos uma introdução às grandes companhias da internet, como o Google e o Yahoo, e como seus mecanismos de busca se aperfeiçoaram até se tornarem eficazes como são atualmente. Após, temos uma análise mais aprofundada da mudança de comportamento dos consumidores. Estes agora podem consumir entretenimento, informação e relacionamento onde quiserem, no momento que quiserem. Além disso, com a facilitação dos mecanismos de produção de conteúdo, o consumidor deixou de ser passivo e se tornou ativo em sua própria rede, gerando conteúdo diretamente e convocando outras pessoas que pensam como ele a se relacionarem, trocarem informações e fortalecerem a rede, já que 90% dos internautas utilizam a internet para se comunicar. Esta mudança de comportamento se mostra cada vez maior à medida que a internet vai se popularizando, e os antigos meios de comunicação, onde o consumidor era apenas espectador, vão perdendo espaço.

Entretanto, é importante salientar que, mesmo que na internet não existam regras muito precisas (os próprios aplicativos que ditam suas regras internas), a experiência de usuário e sua segurança devem ser preservadas. Invasões por parte de empresas não são muito bem vistas aos olhos do consumidor. As empresas que agem no digital devem sempre garantir que a interação com o usuário está sendo consentida, e que nada da experiência  de usuário (como a aba de voltar, ou o botão de fechar) seja prejudicada, pois a imagem da empresa pode ficar "manchada" frente à este consumidor. Também é importante que as empresas online não enganem seus consumidores, prometendo algo que não podem cumprir, isso pode danificar profundamente a imagem da empresa, ainda mais em uma comunidade tão conectada quanto a que existe na internet, de interações quase instantâneas.

Quando uma pessoa é enganada, ela tem uma energia renovada para divulgar o que aconteceu. Ela quer desabafar e reclamar. E é isso é muito fácil de fazer na internet. (p. 34)

As empresas devem aprender a ouvir este consumidor online, entender seus anseios e trabalhar em cima disto, o ponto sempre como prioridade em suas decisões. Investir na otimização das ferramentas de busca, pois é a porta de entrada de 80% da navegação na internet, aprender a se posicionar corretamente, para que chegue ao seu consumidor de forma correta e não invasiva, analisando o perfil de seus visitantes através de ferramentas e lembrando que, mesmo na internet, seu consumidor continua sendo uma pessoa, e não apenas números de cliques. 





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